Este blog foi criado para ampliar e fortalecer a rede de atenção à pessoa em sofrimento mental e/ou transtorno mental, a partir do primeiro Seminário da RAPS Vila Maria/Guilherme
terça-feira, 28 de julho de 2015
30/07- Documentário "Eu Fiz Querô"- CRP SP
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Horário: 19h00 às 22h30
Local: Auditório do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - CRP 06 Endereço: Rua Arruda Alvim, 89, Jd. América, São Paulo, SP. Entrada gratuita - Não há necessidade de inscrições prévias! Compareça! Gênero: Documentário Direção e Roteiro: Carlos Cortez, Eduardo Bezerra e Samuel de Castro. Ano de produção: 2007 País de produção: Brasil Duração: 60 minutos |
Sinopse: "Eu Fiz Querô", montado e dirigido por dois garotos do elenco (Samuel de Castro e Eduardo Bezerra), transmite na tela a força que essa iniciativa tem na formação de um jovem. Gilberto Dimenstein, que conheceu este trabalho e incentivou a elaboração do documentário, comentou recentemente em sua coluna no Jornal Folha de S. Paulo: "Ninguém tinha a menor idéia de que as oficinas de expressão se transformariam num dos mais detalhados registros já realizados no Brasil (também não vi nada parecido no exterior) dos meios de despertar o talento de indivíduos que se imaginam sem nenhum talento e, assim, ajudá-los a evitar a marginalidade".
Coordenação: Gustavo de Lima Bernardes Sales - Conselheiro do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - CRP 06.
Debatedores:
Carlos Cortez - Formado em Psicologia, com pós graduação em Psicologia Social pela PUC-SP (inacabada). Começou no cinema como documentarista. Realizou vários documentários entre eles "Geraldo Filme", melhor filme no Festival Internaciol Its All True, melhor documentário no Festival de Brasilia e Gramado. Começou na ficção com o longa Querô, premiado em Brasilia, Cuba entre outros festivais nacionais e internacionais. Atualmente finaliza a série "Unidade Básica" para a Universal Chanel. Roteiriza a série "Mediadores de Conflitos" para a Gullane Filmes e o longa metragem "4 por 100".
Samuel de Castro - Diretor do documentário "Eu Fiz Querô".
Informações:
Departamento de Eventos do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - CRP 06
Tel.: 3061.9494, ramais 335, 336, 337, 355, 356 e 357
E-mail: eventos05@crpsp.org.br
Estacionamento: Car Park
Rua Cardeal Arcoverde, 201, Jardim América, São Paulo, SP Para obter o desconto, retire o selo na recepção do CRP SP.
Coordenação: Gustavo de Lima Bernardes Sales - Conselheiro do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - CRP 06.
Debatedores:
Carlos Cortez - Formado em Psicologia, com pós graduação em Psicologia Social pela PUC-SP (inacabada). Começou no cinema como documentarista. Realizou vários documentários entre eles "Geraldo Filme", melhor filme no Festival Internaciol Its All True, melhor documentário no Festival de Brasilia e Gramado. Começou na ficção com o longa Querô, premiado em Brasilia, Cuba entre outros festivais nacionais e internacionais. Atualmente finaliza a série "Unidade Básica" para a Universal Chanel. Roteiriza a série "Mediadores de Conflitos" para a Gullane Filmes e o longa metragem "4 por 100".
Samuel de Castro - Diretor do documentário "Eu Fiz Querô".
Informações:
Departamento de Eventos do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - CRP 06
Tel.: 3061.9494, ramais 335, 336, 337, 355, 356 e 357
E-mail: eventos05@crpsp.org.br
Estacionamento: Car Park
Rua Cardeal Arcoverde, 201, Jardim América, São Paulo, SP Para obter o desconto, retire o selo na recepção do CRP SP.
05/08- Seminário abordará sofrimento psíquico no local de trabalho e a condição das mulheres
Debate parte da obra do psiquiatra e psicanalista Christophe Dejours
Escrito por: Vanessa Ramos - CUT São Paulo
Imagem: Prisma Comunicação
Para participar basta enviar para o correio eletrônico sofrimentopsiquiconotrabalho@cutsp.org.br o nome, organização, e-mail e telefone. A atividade é aberta ao público e, ao final, será fornecido certificado de participação.
PROGRAMAÇÃO
17h: Credenciamento e mesa de abertura com representantes da CUT São Paulo e Escola Sindical
17h30: Painel sobre Sofrimento Psíquico no Trabalho: Mulher Trabalhadora na (Des)construção do Cinismo Viril, com Cleide Monteiro e Débora Felgueiras.
19h30: Debate com a plateia e considerações finais
20h: Entrega de certificado aos participantes do seminário e certificação do Grupo de Estudos promovido pela CUT São Paulo e Escola Sindical São Paulo.
20h30: Confraternização e coquetel aos participantes
17h30: Painel sobre Sofrimento Psíquico no Trabalho: Mulher Trabalhadora na (Des)construção do Cinismo Viril, com Cleide Monteiro e Débora Felgueiras.
19h30: Debate com a plateia e considerações finais
20h: Entrega de certificado aos participantes do seminário e certificação do Grupo de Estudos promovido pela CUT São Paulo e Escola Sindical São Paulo.
20h30: Confraternização e coquetel aos participantes
SERVIÇO
O quê:Seminário Sofrimento Psíquico no Trabalho: Mulher Trabalhadora na (Des)construção do Cinismo Viril
Horário: 17h às 20h30
Local: Auditório da Apeoesp, na Praça da República nº 282 - centro paulistano (Estação de Metrô República)
Mais informações: (11) 2108-9169, com Marinalva
Inscrições: pelo e-mail sofrimentopsiquiconotrabalho@cutsp.org.br
Evento gratuito e com entrega de certificado LEIA MAIS
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A Indústria do Sofrimento É uma Poderosa Força Econômica"
Uma Entrevista com o Psicanalista Christian Ingo Lenz Dunker. A tese é corajosa: por meio da psicanálise e do cinema brasileiro, o autor mostra que o ideal de condomínio é vivido também por quem não escolheu esse modelo de habitação, e são muitos os monstros criados por essa fantasia. Alguns deles, como tratar a diferença como uma ofensa pessoal, fazem com que a convivência no Brasil seja cada dia mais complicada e violenta. Por outro lado, o sofrimento fica cada vez mais reduzido a algumas formas de expressão.Leia Aqui
Uma Entrevista com o Psicanalista Christian Ingo Lenz Dunker. A tese é corajosa: por meio da psicanálise e do cinema brasileiro, o autor mostra que o ideal de condomínio é vivido também por quem não escolheu esse modelo de habitação, e são muitos os monstros criados por essa fantasia. Alguns deles, como tratar a diferença como uma ofensa pessoal, fazem com que a convivência no Brasil seja cada dia mais complicada e violenta. Por outro lado, o sofrimento fica cada vez mais reduzido a algumas formas de expressão.Leia Aqui
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